A verdadeira origem do Natal

Por volta de 21 de dezembro no hemisfério Norte e por volta de 21 de junho no hemisfério Sul

Yule é o momento na Roda do Ano no qual o Rei do Azevinho (Senhor das Sombras) é vencido pelo Rei do Carvalho (o Rei do Sol, a Criança da Promessa) que chega.

É impossível discutir as Tradições de Yule sem mencionar o Natal. Muitos dos costumes de Yule foram absorvidos pela Igreja Cristã, quando o Catolicismo tentava se estabelecer na Europa. O Natal Cristão já foi festejado em várias datas diferentes no decorrer do século, mas se estabeleceu no dia 25 de dezembro, pois associou muitos dos costumes da antiga e milenar celebração do Solstício de Inverno, que ocorre por volta de 21 de dezembro no hemisfério Norte. As Tradições Cristãs dizem que Maria deu à luz Jesus no vigésimo quinto dia, mas não confirma de qual mês. Finalmente em 320 d.C., a Igreja Católica decidiu marcar o nascimento de Cristo em dezembro para absorver o culto sagrado do Solstício de Inverno dos celtas e saxões.

O Nascimento de um Deus no Solstício de Inverno não é exclusivo do Catolicismo, pois muitos “bebês divinos” nasceram nesta época. Mistras é um exemplo claro disso.

Há muitas práticas que são utilizadas por Cristãos hoje que possuem origens essencialmente Pagãs. A Árvore de Natal, decorada com bolas e uma estrela no topo, não é nada mais nada menos que a antiga árvore que os Pagãos decoravam nos tempos ancestrais com velas, comidas e bolas coloridas (símbolos fálicos relacionados ao Deus) encimadas por um Pentagrama, o símbolo da Bruxaria. As guirlandas, o azevinho, a Tora de Yule (Yule Log) queimando no fogo são todos costumes Pagãos.

Yule, o Solstício de Inverno, acontece por volta de 21 de dezembro no hemisfério Norte e por volta de 21 de junho no hemisfério Sul. O Sol agora se encontra em Nadir, por isso é a noite mais longa do ano.

Muitos Pagãos celebram Yule com o festival da Luz, que comemora a Deusa como Mãe que dá nascimento ao Deus Sol, a Criança da Promessa. Outros celebram a vitória do Deus da Luz (Rei do Carvalho) sobre o Rei das Sombras (Rei do Azevinho), pois a partir desse momento os dias se tornarão visivelmente mais longos com o passar do tempo, mesmo com frio.

Esse Sabbat representa o retorno da luz. Aqui, na noite mais escura e fria do ano, a Deusa dá nascimento à Criança do Sol e as esperanças renascem, e Ele trará calor e fertilidade à Terra. Yule é o tempo de celebrar o Deus Cornífero. Nesse dia, muitas tradições Pagãs se despedem da Deusa e dão boas-vindas ao Deus, que governará a metade clara do ano.

Em tempos antigos pequenas bonecas de milho eram carregadas de casa em casa com canções típicas de Yule. Os primeiros Pagãos acreditavam que esse ato traria as bênçãos da Deusa às casas que fossem vistiadas pelas Corn Dollies.

Era um tempo ideal para colher o visco, considerado muito mágico para os Antigos Druidas, que o chamavam de o “Ramos Dourado”. Os druidas acreditavam que o visco possuía grandes poderes de cura e possibilitava ao homem mortal acessar o Outro Mundo. O visco é um dos símbolos fálicos do Deus e possui esse significado baseado na idéia de que as bagas brancas representam o Divino sêmen do Deus, em contraste às bagas vermelhas do azevinho, semelhantes ao sangue menstrual da Deusa. O visco representa a simbólica substância divina e o senso de imortalidade que todos precisam possuir nos tempos de Yule.

A Tradição da Árvore de Natal tem origem nas celebrações Pagãs de Yule, nas quais as famílias traziam uma árvore verde para dentro de casa para que os espíritos da Natureza tivessem um lugar confortável para permanecer durante o Inverno frio. Sinos eram colocados nos galhos da árvore. Os espíritos da Natureza eram presenteados e as pessoas pediam aos elementais que as mantivessem tão vivas e fortes durante o Inverno como a árvore que recebia lindos enfeites.

O pinheiro sempre esteve associado com a Grande Deusa. As luzes e os ornamentos, como Sol, Lua e estrelas que faziam parte da decoração das árvores, representavam os espíritos que eram lembrados no final de cada ano. Presente era colocado aos pés da árvore para as Divindades e isso resultou na moderna troca de presentes da atual festa natalina.

As cores tradicionais do Natal, verde e vermelho, também são de origem Pagã, já que esse é um Sabbat que celebra o fogo (vermelho) e usa uma Tora de Yule (verde). Um pedaço de tronco que havia sido preservado durante todo o decorrer do ano era queimado, enquanto um outro novo era enfeitado e guardado para proteger toda casa durante o ano que viria. Os troncos geralmente eram decorados com símbolos que representassem o que as pessoas queiram atrair para sua vida.

A tradição da Tora de Yule perseverou até os dias atuais entre os Wiccanos, que fazem três buracos ao longe de um pequeno tronco e colocam três velas em cada buraco, uma branca, uma vermelha e uma preta para simbolizar a Deusa Tríplice. A Tora de Yule também é decorada com azevinho sempre verde para simbolizar a união da Deusa e do Deus.

Em Yule a casa era decorada com azevinho, representando a metade escura do ano, para celebrar o fim da escuridão da Terra.

Para os antigos celtas, celebrar o Solstício de Inverno era o mesmo que reafirmar a continuação da vida, pois Yule é o tempo de celebrar o espírito da Terra, pedindo coragem para enfrentar os obstáculos e dificuldades que atravessaremos até a chegada da Primavera. É o momento de contar histórias, canta e dançar com a família, celebrando a vida e a união.

O tema principal desse Sabbat é a Luz em todas as suas manifestações, seja o fogo da lareira, seja de uma fogueira, de velas, etc. A Luz nesse Sabbat torna-se um elemento mágico capaz de ajudar o Sol a retornar para a Terra, para nossa vida, corações e mentes.

Correspondência de Yule

Cores: vermelho, verde, dourado e branco.

Nomes Alternativos: Solstício de Inverno, Winter Rite, MidWinter, Alban Arthan, Carr Gomm, Retorno do Sol, Dia de Fionn.

Deuses: o Deus, como a Criança da Promessa, e a Deusa, como a Mãe.

Ervas: azevinho, carvalho, visco, alecrim, urze, cedro, pinho, louro.

Pedras: rubi, granada, olho-de-gato.

Comidas e Bebidas Tradicionais: bolos de frutas, nozes, pães variados, vinho quente e frio, uvas e maçãs, melões, porco ou peru assado.

Atividades:
– Cantar com a família.
– Decorar a árvore de Yule.
– Pintar cones de pinheiro como símbolos das fadas e pendurar na árvore de Yule.
– Tocar sinos para homenagear as fadas.
– Colocar guirlandas na porta principal de casa.
– Espalhar visco pela casa.
– Colocar sementes de flores e alpiste do lado de fora para os pássaros.
– Colher folhas verdes no dia de Yule e queimá-las em Imbolc para afastar o Inverno e invocar os poderes da Primavera.
– Fazer uma boneca de milho.
– Fazer uma Tora de Yule.

Fazendo uma Tora de Yule (Yule Log):
Uma Tora de Yule tradicionalmente é feita de carvalho, mas qualquer outro tronco de árvore pode substituí-lo.
Antigamente era utilizado para proteger a casa. A tora do ano anterior era queimada na lareira, enquanto uma nova era decorada e colocada no lugar da antiga.
Para fazer uma Tora de Yule você vai precisar de:
• Uma fita vermelha, uma fita verde e uma fita dourada;
• Ramos verdes;
• Uma tora de madeira.
Enfeite a tora com ramos verdes e amarre-os com as fitas vermelha, verde e dourada. Enquanto enfeita a tora, peça à Deusa que o seu lar seja protegido e abençoado.
Guarde-a em um lugar de destaque em sua casa até o ano seguinte, no qual ela deverá ser queimada e substituída por uma nova.

Tora de Yule Alternativa
Esta Tora de Yule é ideal para enfeitar o Altar na celebração do Sabbat. Você precisará de:
• Uma vela branca, uma vela preta e uma vela vermelha;
• Fitas verdes, vermelhas e douradas;
• Ramos verdes;
• Um tronco fino de aproximadamente 30 cm e com três furos subseqüentes ao longo da madeira.
Enfeite o tronco com as fitas e com os ramos verdes. Coloque um avelã em cada furo. Coloque a Tora de Yule sobre o Altar e acenda as velas como parte de cerimônia do Sabbat.

Árvore de Yule
A Árvore de Yule é um costume pagão que perdurou por séculos, tanto que foi incorporado nas celebrações natalinas realizadas no Solstício de Inverno, que no hemisfério Norte ocorre em dezembro, como parte integrante de suas Tradições.
A Árvore de Yule é uma forma simples de homenagear os elementos e pedir proteção.
Para fazer a árvore você precisará de:
• Um pequeno pinheiro verde;
• Pequenas bolas multicoloridas de preferência pintadas por você;
• Símbolos como Sol, Lua e estrelas;
• Pequenas velas.
Enfeite o pinheiro com as bolas coloridas, os símbolos de Sol, Lua, estrelas e espalhe as velinhas pelos ramos do pinheiro.
Na noite de Yule, acenda todas as velas da árvore, fazendo um pedido para cada vela acesa.
Cante e dance em volta da árvore, festejando e honrando os espíritos da Natureza e o Deus, a Sagrada Criança da Promessa, que nasce novamente nesse dia.

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 PREPARAÇÃO PARA A BATALHA

 

Leitura Bíblica.

 

Juízes 7:2-8 “E disse o SENHOR a Gideão: Muito é o povo que está contigo, para eu dar aos midianitas em sua mão; a fim de que Israel não se glorie contra mim, dizendo: A minha mão me livrou. Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for medroso e tímido, volte, e retire-se apressadamente das montanhas de Gileade. Então voltaram do povo vinte e dois mil, e dez mil ficaram. E disse o SENHOR a Gideão: Ainda há muito povo; faze-os descer às águas, e ali os provarei; e será que, daquele de que eu te disser: Este irá contigo, esse contigo irá; porém de todo aquele, de que eu te disser: Este não irá contigo, esse não irá. E fez descer o povo às águas. Então o SENHOR disse a Gideão: Qualquer que lamber as águas com a sua língua, como as lambe o cão, esse porás à parte; como também a todo aquele que se abaixar de joelhos a beber. E foi o número dos que lamberam, levando a mão à boca, trezentos homens; e todo o restante do povo se abaixou de joelhos a beber as águas. E disse o SENHOR a Gideão: Com estes trezentos homens que lamberam as águas vos livrarei, e darei os midianitas na tua mão; portanto, todos os demais se retirem, cada um ao seu lugar. E o povo tomou na sua mão a provisão e as suas buzinas, e enviou a todos os outros homens de Israel cada um à sua tenda, porém os trezentos homens reteve; e estava o arraial dos midianitas embaixo, no vale”.

INTRODUÇÃO: A verdade é que Deus não tinha nenhuma intenção de fazê-los pelejar. Eles simplesmente seriam testemunhas de como Deus não precisava de tantos. “A fim de que Israel não se glorie contra mim, dizendo: A minha mão me livrou”. (versículo 2). De 32000 foram 300 homens selecionados.

 

Note você, que muitos aplaudem a visão de um líder, mas poucos o apoiam, e por outro lado, há pastores com unção, mas com congregações que não a tem, e tem congregações ungidas sem que o pastor saia debaixo desta unção.

 

Os ungidos não tem ouvidos para escutar ou entende-los; tampouco tem olhos para ver o que o visionário vê, e a sua visão é limitada, defeituosa e suja; Gideão, juiz de Israel, foi um dos líderes ungidos que Deus escolheu para mudar a História de sua época, que carecia de muitas qualidades; e sem dúvida Deus o falou: “Varão esforçado”, e isso foi mais do que o suficiente para ser honrado por Deus.

 

Estamos explorando sua trajetória ministerial, e descobrimos que era uma pessoa com defeitos como você e eu, mas devido a unção e a visão, passou a ser uma pessoa extraordinária dentro de sua geração em que lhe tornou a viver.

 

A BATALHA DE GIDEÃO. É um dos tipos de batalhas espirituais dos filhos de Deus neste tempo.

 

“E disse o SENHOR a Gideão: Com estes trezentos homens que lamberam as águas vos livrarei, e darei os midianitas na tua mão; portanto, todos os demais se retirem, cada um ao seu lugar” (versículo 7).

Estes trezentos homens creram na visão de Gideão, carregaram esta visão, defenderam esta visão e se entregaram de corpo e alma a esta visão.

Deus todavia continua buscando crentes que tinham a visão do seu líder, que caminhem com Ele, que ser unam a Ele, e que pelejem, espiritualmente falando, a favor desta visão.

Tem que ser homens que creiam a um Deus grande, e que empreendam para Deus GRANDES coisas através de nós; Dê a Deus a sua boca e Ele a usará, dê a Deus suas mãos e Ele as usará, dê a Deus seus pés e Ele as usará, dê a Deus sua mente, todo seu ser, e Deus os usará.

(1)   Estando o exército de Gideão diminuindo ao extremo, ao ponto de quase acabar com trezentos homens.

(2)   Gideão tem temor.

(3)   Mas Deus lhe falou pela boca de seus próprios inimigos.

(Versículo 9-11) “E sucedeu que, naquela mesma noite, o SENHOR lhe disse: Levanta-te, e desce ao arraial, porque o tenho dado na tua mão. E, se ainda temes descer, desce tu e teu moço Purá, ao arraial; E ouvirás o que dizem, e então, fortalecidas as tuas mãos descerás ao arraial. Então desceu ele com o seu moço Purá até ao extremo das sentinelas que estavam no arraial”.

 

Deus instruiu a Gideão para que voltasse ao acampamento do inimigo, junto com Purá, seu criado e homem de confiança, e os líderes sempre devem ter um membro Purá para que os encorajam em sua visão, que seja seu escudeiro espiritual, que o incentive a realizar e que caminhe com ele nesta visão.

 

Depois de dar-lhe ânimo, o Purá lhe mostra algo que, por si só Gideão havia sido desanimado, pois era bastante para assustar qualquer um que ver através da luz da lua o numeroso exército inimigo (versículo 12) como enxames de gafanhotos, como praga de gafanhotos abatida sobre um campo, enquanto a força e a valentia demonstrariam que não eram mais do que os gafanhotos e seus camelos eram inumeráveis como a areia que está à beira do mar.

 

(Versículo 13) “Chegando, pois, Gideão, eis que estava contando um homem ao seu companheiro um sonho, e dizia: Eis que tive um sonho, eis que um pão de cevada torrado rodava pelo arraial dos midianitas, e chegava até à tenda, e a feriu, e caiu, e a transtornou de cima para baixo; e ficou caída”.

 

(Versículo 14) “E respondeu o seu companheiro, e disse: Não é isto outra coisa, senão a espada de Gideão, filho de Joás, varão israelita. Deus tem dado na sua mão aos midianitas, e todo este arraial”.

 

(Versículo 15) “E sucedeu que, ouvindo Gideão a narração deste sonho, e a sua explicação, adorou; e voltou ao arraial de Israel, e disse: Levantai-vos, porque o SENHOR tem dado o arraial dos midianitas nas nossas mãos”.

 

Quando Gideão ouviu a interpretação do sonho o “ADOROU”.

 

Esta não é uma adoração carnal, e nem fingida. A adoração de Gideão deve ser espontânea, deve nascer do coração de um verdadeiro adorador.

 

A Deus se adora pelo que Ele é. Quem é Deus para nós? Quem é Jesus Cristo para nós?

 

Quem é o Espírito Santo para nós? O que se une o Espírito ao Senhor é com Ele.

 

Salmos 95:6 “O, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR que nos criou”.

 

O líder é um genuíno adorador de Deus, sendo que o Gideão foi um adorador, e qualquer intervenção de Deus em sua vida se convertia em um adorador em Espírito e em verdade.

 

(Versículo 16-18) “Então dividiu os trezentos homens em três companhias; e deu-lhes a cada um, nas suas mãos, buzinas, e cântaros vazios, com tochas neles acesas. E disse-lhes: Olhai para mim, e fazei como eu fizer; e eis que, chegando eu à extremidade do arraial, será que, como eu fizer, assim fareis vós.
Tocando eu a buzina, eu e todos os que comigo estiverem, então também vós tocareis a buzina ao redor de todo o arraial, e direis: Espada do SENHOR, e de Gideão”

 

Hoje em dia estão sumindo os líderes que seriam exemplo do que dizem e fazem. Gideão foi um líder exemplar. Não era como os líderes que dizem: “Não faça como eu faço”. Era como os líderes que diziam: “Faça como eu faço”.

 

“Então dividiu os trezentos homens em três companhias; e deu-lhes a cada um, nas suas mãos, buzinas, e cântaros vazios, com tochas neles acesas” (Versículo 16).

 

Gideão reconhece que a organização é importante na realização de seus projetos. O povo tem que se organizar para poder mudar para a visão que Deus nos tem dado. As improvisações paralisam a visão.

 

As armas que Gideão utiliza não são aptas para uma batalha a qual ele viveu. Não servem para vencer a um inimigo de carne e osso, necessariamente tem que ser, então armas espirituais.

 

(2º Corintios 10:4) – “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas”.

 

“Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos” (Zacarias 4:6).

 

As armas de Gideão

 

Elas consistiam em trombetas e em tochas acesas dentro de cada cântaro. A trombeta é a palavra de Deus, anunciadora da vitória. A trombeta assegura a intervenção de Deus.

 

Considerando que a batalha já estava ganha, a trombeta simplesmente anunciava a vitória. As tochas acesas nos fala dos corações acesos pelo Espírito Santo. E os cântaros que haviam de romper são vasos de lama ou barro que representam a carne, como nós.

A carne encobre e limita a ação do Espírito Santo, e por isso temos que quebrar o vaso de barro para que brilhe o que tem dentro (2º Coríntios 4:7): “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós”.

 

Paulo compara o crente como uma vasilha de barro em que se deposita um precioso tesouro. A vasilha não é nada. O tesouro é tudo. A vasilha é temporal. O tesouro é eterno. “A excelência de poder” do evangelho deve ser o que atraia os homens, não a vasilha na qual está armazenado!

 

(1) A carne deve ser quebrantada para que brilhe a tocha acesa. (2) Por isso tem que quebrar o vaso de barro para que brilhe o que está dentro. Note você que cada combatente devia quebrar seu próprio cântaro, e este é um assunto pessoal.

 

Há aqui três aspectos de uma consagração que possibilitam as vitórias do Senhor: a PALAVRA poderosa, os corações cheios de Espírito Santo e nós os quebrantados.

 

Três armas infalíveis, três sinais seguros da vitória. Estas devem ser necessariamente nossas experiências espirituais. Temos que saber usar a PALAVRA DE DEUS (2º Timóteo 2:15). Temos que estar cheios de Espírito Santo (Efésios 5:18).

 

Juízes 7:19-21 (Leia-o na Bíblia)

 

“Chegou, pois, Gideão, e os cem homens que com ele iam, ao extremo do arraial, ao princípio da vigília da meia noite, havendo sido de pouco trocadas as guardas; então tocaram as buzinas, e quebraram os cântaros, que tinham nas mãos” (versículo 19). Gideão buscou o momento oportuno para surpreender os inimigos. À meia-noite é a mudança de guardas, e os soldados são atirados para dormir.

 

(Versículo 20) “Assim tocaram as três companhias as buzinas, e quebraram os cântaros; e tinham nas suas mãos esquerdas as tochas acesas, e nas suas mãos direitas as buzinas, para tocarem, e clamaram: Espada do SENHOR, e de Gideão”.

 

O toque de trezentas trombetas, as quebras dos cântaros, com trezentas tochas acesas, e todos eles à partir de esquadrões que ocupavam posições diferentes, confundia e enchia de pânico aos Medianitas.

 

Este toque de trombetas nos fala de uma vida de adoração diante de Deus (Salmos 95:2): “Apresentemo-nos ante a sua face com louvores, e celebremo-lo com salmos”.

 

Essas aberturas dos cântaros nos fala de uma vida quebrantada diante de Deus, e Deus deseja nosso quebrantamento pessoal (Salmos 51:17): “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus”.

 

Essas tochas acesas nos fala de crentes ungidos com o Espírito Santo, acesos pelo fogo de Deus, homens e mulheres cheios de Espírito Santo, com vidas que ardem para Deus, são as que Ele quer usar para manifestar seu poder no meio dos inimigos. Deus é um Deus de fogo, e com o fogo se identificam aqueles que são Dele.

 

Seu grito de fé era: “Pela espada de Jeová e de Gideão” o soldado israelita sabia que o que estava fazendo era para Deus, por intermédio de seu servo e líder chamado Gideão.

 

A fé sempre clama em harmonia, clama em unidade e clama ao mesmo tempo (versículo 21): “E conservou-se cada um no seu lugar ao redor do arraial; então todo o exército pôs-se a correr e, gritando, fugiu”. Leia o versículo 22-24; vemos os israelitas perseguindo.

 

A fé é firme e não muda, não varia, permanece ligada à palavra de Deus, e essa fé é a que faz com que a visão se realize.

 

Salmos 91:7 “Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti”. Leia Salmos 27:3.

 

Juízes 7:23-25 – Aqui temos a perseguição desta gloriosa vitória

 

Os soldados de Gideão que haviam sido despedidos anteriormente se juntaram de novo e perseguiram com vigor aos que antes não tiveram a chance de atacar de frente.

 

Os que antes tremiam agora cobravam ânimo, quando o pior havia passado e chegava a hora de repartir o motim.

 

Os efraimitas, convocados por Gideão, participaram como um só homem e tomaram os vaus de Betbará e de Jordão, para cortar a retirada do inimigo.

 

Dos principais comandantes dos exércitos de Midiã foram levados como prisioneiros e executados pelos efraimitas ao lado do rio Jordão que cai dentro de Canaã. Seus nomes significavam suas características pessoais, porque Oreb significava corvo, e Zeeb significava lobo

 

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AS SEIS TEORIAS SOBRE A TRINDADE

 

Porque virá  tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, Amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e Desviarão os ouvidos da verdade, voltando-se às fábulas (II Timóteo 4:3-4).

Sem dúvida alguma, estamos vivendo precisamente os dias dessa profecia, a qual o Espírito Santo; em sua presciência, nos anunciou por meio do apóstolo Paulo, acerca desse perigo iminente que a Igreja enfrentaria nesses últimos tempos. O povo evangélico vive dias de uma das mais escuras etapas do cristianismo em relação a sua crença em Deus. Em nossa passagem  pela  América Latina, e também em pesquisas feitas nas ruas a milhares de cristãos membros de diferentes denominações evangélicas, temos encontrado uma terrível confusão na mente de cada um deles a respeito do conceito que se tem da personalidade de Deus no seio de cada organização. Temos achado através de nossas investigações feitas em vários países, seis formas de crer na trindade, as quais são expostas por seus relatores da seguinte maneira:

1ª. São três pessoas distintas: O pai, o filho e o espírito santo são pessoas “diferentes”, cada uma delas possui personalidade “própria”.

 2ª. São três pessoas iguais: o pai, o filho e o espírito santo, são coiguais, coeternos, coonipresentes, cocriadores, etc. Eles trabalham em comum acordo, propõem os defensores desta segunda postura.

Três pessoas em uma: o pai, o filho e o espírito santo desta teoria são três pessoas incorporadas “dentro” de um só Deus. Esse relato é conhecido como três em um. Dessa forma, a trindade não são três pessoas distintas e nem três pessoas iguais.

Um em três: a trindade não são três pessoas distintas, nem três iguais e nem três em uma, senão, uma pessoa distribuída em  três; esta posição é definida  sumidamente como um em três. Esta colocação faz com que seus adeptos vejam que existe um só Deus, que se reparte ou se incorpora em três pessoas ao mesmo tempo. Deus, nessa colocação, está “distribuído” no pai, no filho e no  espírito santo. Comparando com a postura anterior, não teríamos como  resultado três pessoas, mas sim, quatro.

 

Deus trino ou triuno: é apresentada por seus relatores como uma “triunidade”: deus pai,  deus filho e deus espírito santo, deixando para a interpretação do leitor uma clara proposta de três deuses dentro da Divindade. Estes acrescentam  ainda que esses três deuses formam um único Deus. Para defender essa  colocação, seus seguidores apresentam uma série de argumentos teológicos e  gramaticais sobre o idioma hebraico, mas não têm respaldo para essas  ideologias dentro da palavra de Deus.

 

Um deus com três  personalidades:

 

A trindade é também definida dessa forma.

 

 Diante de toda essa controvérsia, sentimos a necessidade de mergulhar na palavra de Deus para conhecer os preceitos bíblicos sobre a Sua verdadeira personalidade. Mas não sem antes  dar uma curta resposta a cada uma dessas posturas teológicas, que mais  adiante nos encarregaremos de ampliar no desenvolver desta obra.

 

ANALISEMOS, À LUZ DA BÍBLIA, O QUE PODEMOS CONCLUIR A RESPEITO DE CADA ARGUMENTO APRESENTADO:

 

 

1-Três pessoas  distintas na Divindade:

 

Ante a essa primeira teoria, as Escrituras declaram o seguinte: Pelo que hoje saberás, e  refletirás no teu coração, que só Jeová é Deus em cima no céu, e em baixo na  terra; e nenhum outro há (Deuteronômio 4:39).

 

Não há santo  como é o Senhor; porque não há outro fora de ti: e rocha nenhuma como nosso Deus .(I Samuel 2:2).

 

A fim de que  todos os povos da terra saibam que o Senhor é Deus, e não há outro (I Reis 8:60).

 

A quem tenho eu no céu senão a  ti? E na terra não há quem eu  deseje além de ti (Salmos 73:25).

 

Assim diz o  Senhor: O trabalho de Egito, e o comércio dos etíopes, e os sabeus, homens  de alta estatura, se passarão para ti, e serão teus; irão atrás de ti, virão em grilhões, e adiante de ti se prostarão; far-te-ão as suas suplicas, dizendo: Deveras Deus está em ti, e nenhum outro deus fora de ti (Isaías 45:14).

 

Essa primeira postura, das três pessoas distintas na Divindade, é anulada categoricamente  pelos versículos citados, os quais determinam que fora de Deus não existe outro ser distinto, com  personalidade Divina como a do Criador.

 

2-A DIVINDADE ESTÁ COMPOSTA POR TRÊS PESSOAS  IGUAIS:

 

Entre essas duas posturas já existe uma contraposição, porque se a trindade são três pessoas distintas, não pode ser três pessoas  iguais; ou são três distintas, ou são três iguais. Portanto, não pode ser as  duas coisas ao mesmo tempo, ou é uma ou é outra. 

Este relato propõe três pessoas iguais na Divindade, as quais são  semelhantes, cocriadoras, coeternas e coonipresentes, é neutralizado ,contundentemente por todos os escritores sacros, incluindo o próprio

Jesus.

 Ouviste que eu  vos disse: Vou e venho para vós. Se me amasseis, certamente exultaríeis por  ter dito: Vou para o Pai; porque o  Pai é maior do que eu (João 14:28).

 

“Nesse versículo Jesus anula enfáticamente esta exposição das  três pessoas iguais, declarando que o Pai é maior que o  Filho, provocando assim uma terrível  “desigualdade” dentro dessa “igualdade”  defendida por essa postura teológica.  Além disso, os escritores do Antigo Testamento se colocam contra o relato da existência de três pessoas iguais na Divindade, declarando: 

Porque quem no céu se pode igualar ao  senhor? Quem será semelhante ao Senhor entre os filhos dos poderosos? (Salmos 89:6).

A quem me fareis semelhante, e com quem me igualareis, e me comparareis, para que sejamos semelhantes? (Isaías 46:5).

 

Ninguém há semelhante a ti, ó Senhor: tu és grande, e grande teu nome em força. (Jeremias 10:6).

 

Portanto, grandioso és, ó Senhor Jeová, porque não há semelhante a ti, e não há outro Deus senão tu só segundo o que temos ouvido com nossos ouvidos (II Samuel 7:22).

Como é bem notório nessas passagens bíblicas, esta segunda postura sobre as três pessoas iguais na Divindade, também é apagada pelos escritores inspirados pelo Espírito Santo. Deus não tem iguais, nem semelhantes no céu e na terra! Concluem esses santos homens de Deus.

3-três pessoas em uma

A postura sobre a trindade que propõe a existência de três pessoas em uma, mais conhecida como três em um ,também é abordada pela Escritura Sagrada e anulada de imediato pela mesma. A Divindade não pode ser um “composto” de três pessoas em uma, visto que Cristo reprova com suas declarações essa crença. 

Naquele dia  conhecereis que eu estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós (João 14:20).

 

Um “composto” de três em um na Divindade é questionado por Jesus nessa passagem. Ao falar da eternidade e declarar que, naquele dia, ele estaria em seu Pai; e nós, nele, e ele em nós. 

Se a Divindade é um “composto” de três pessoas em uma, em  que lugar fica a terceira pessoa, para formar esse três em um? 

Com essa afirmação, a terceira pessoa ficaria gravemente  afetada, sendo excluída dos planos eternos de Cristo Jesus em sua  glória. 

Eu já não estou no mundo; mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para  que sejam um, assim como nós (João17:11).

 

Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um como nós, para que o mundo  creia que tu me enviaste (João 17:21).

 

Essas passagens também desarticulam a postura das três pessoas em uma, por que a terceira pessoa é  desmembrada por Jesus em suas orações deixando assim de formar o três em um que  define essa colocação teológica.

 

Nesses versículos, só poderíamos perceber a formação de um  “dois em um”. Assim, a outra teoria da trindade a qual argumenta que a Divindade é um “composto” de três pessoas incorporadas em uma fica incompreensível ao pensarmos nas orações feitas por Jesus.

 

Essa colocação teológica é aplicada da seguinte forma: o pai, o filho e o espírito santo estariam “reunidos” dentro de um só Deus, deixando de ser três pessoas para converter-se em quatro. 

Diante desse relato, Jesus só seria um “componente” da Divindade. Esse pensamento é destruído pelo apóstolo Paulo, quando ele faz a seguinte revelação sobre a Divindade de Cristo Jesus:

 

Porque nele (Jesus) habita corporalmente toda a plenitude da Divindade  (Colossenses 2:9).

 

Segundo esse versículo, Jesus não faz parte de um três em um  na Divindade, muito pelo contrário, toda a Divindade está em Jesus. Dessa forma, estaria concentrado  na pessoa de Jesus Cristo todo o senhorio existente, tanto no céu, como na  terra. Assim, esta teoria perde agora duas de suas três pessoas diante desse relato Paulino. Aliás, a reunião dessas três pessoas não se efetuaria na primeira pessoa, mas na segunda, de acordo com essa passagem. 

Agora, Jesus não poderia estar “incorporado” dentro de outra  pessoa, porque no seio das mesmas colocações da teologia trinitariana, Cristo é encontrado em um segundo trono à direita da primeira pessoa. Dessa forma, Jesus não estaria “incorporado”, mas sim “desencorporado”.

 4- Uma pessoa em três
 

Esta exposição é o inverso da colocação teológica anterior. Não são três pessoas em uma, mas uma pessoa “distribuída” em três.

 A Bíblia também se pronuncia imediatamente a respeito desta quarta crença:  

Se não faço as  obras de meu Pai, não me acrediteis. Mas, se as faço e não credes em mim, credes nas obras: para que conheçais e acrediteis que o Pai está em mim e eu nele  (João 10:37-38). 

Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim: crede-me ao menos, por causa das mesmas obras (João 14:11).

 

Eu neles e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens  amado a eles como me tens amado a mim (João 17:23).

 

Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra  da reconciliação (II Coríntios 5: 19).

 

Esses versículos não deixam a menor possibilidade para pensar que a Divindade seja outro “composto” inverso, uma pessoa em três.

 

Todas as teses apresentadas por Jesus nesses versículos, fecham a possibilidade de admitir uma pessoa “distribuída” em três dentro da Divindade.

 

Como pode ser notório em alguns desses textos, a fórmula de  uma pessoa “repartida” em três, ficaria convertida à lógica humana num, um em dois, ao perder um dos integrantes da “santíssima trindade” perante essas apresentações cristológicas.

 

A colocação de um possível um em dois feita pelo próprio Jesus, destruíria completamente o um em três da trindade, dando assim lugar para que outro grupo de teólogos adote a fórmula do dois em um, ou um em dois. Essa crença é mais conhecida como “dualidade”, cujas doutrinas proclamam duas pessoas dentro da Divindade. Esta crença no Deus da trindade, propaga uma “triunidade” de  três deuses distribuídos assim: deus pai, deus filho e deus espírito santo. Os que expõem esta teoria, deixam ver desembaraçadamente em sua colocação, que existem três deuses dentro da Divindade. Não obstante,  essa colocação também é questionada duramente pela eterna palavra de Deus. O próprio Deus se pronuncia a respeito,determinando: 

 

Não terás  outros deuses diante de mim (Êxodo 20:3).  Vede agora que eu, eu o sou, e mais nenhum Deus comigo; eu mato, e eu faço viver; eu firo, e eu saro; e ninguém há que escape da minha mão (Deuteronômio 32:39).

 

Porque quem é Deus, senão  Jeová? e quem é rocha, senão o nosso Deus? (II Samuel 22:32).

 

Assim diz o Senhor, Rei de Israel, e seu Redentor, Jeová dos Exércitos: Eu sou o  primeiro, e eu sou o último, e fora de mim não há Deus (Isaías 44:6).

 

Desde a antigüidade não se ouviu, nem  com ouvido se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti, que  trabalhe para aquele que nele espera (Isaías 64:4).

 

O único que Deus não conhece é outro Deus igual a ele; dessa forma, fica biblicamente impossível sustentar a teoria de três deuses  dentro da Divindade.

 

Vós sois minhas testemunhas diz o Senhor, e o meu servo, a quem escolhi; para que o saibas,

e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou  e depois de mim nenhum haverá (Isaías 43:10). 

Apesar de Deus advertir enfaticamente que não foi, nem seria  formado nenhum outro deus depois dele, muitos pastores e teólogos “criaram”  na mente de muitos leigos não só outro deus, mas também acrescentou outros dois, até chegar a somar três. 

Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim (Isaías 46:9).

 

Anunciai, e  chegai-vos, e tomai conselho todos juntos: quem fez ouvir isto desde a antigüidade? Quem desde então o anunciou? Porventura não sou eu, o Senhor?

E não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador não há fora de Mim (Isaías 45:21).

 
5- três deuses em Um
 
Com tais argumentos, fica totalmente impossível aceitar uma trindade de três deuses distribuídos em um 
pacote: deus pai, deus filho e deus espírito santo.
 

Com essas declarações, as Escrituras Sagradas rechaçam essa  trindade composta de três deuses na Divindade, e fica condenado  categoricamente qualquer outro deus a uma irremediável extinção do cenário  divino. Essa quinta teoria também é riscada do mapa bíblico pelos escritores sacros. 

 

6- um deus com 3 personalidades.

 

Em último lugar teríamos a postura de um deus com três personalidades; essa  é a mais infundamentada de todas as colocações teológicas que até agora tem  surgido na mente do homem, visto que um Deus com essas “virtudes”, teria  problemas psicológicos e esquizofrênicos; em outras palavras, seria um deus enfermo.
Imagine você, amigo leitor, o problema que nos daria para  investigar a personalidade de Deus, poderíamos encontrá-lo cada vez que nos apresentássemos diante dele em oração? 

 

A Bíblia garante o seguinte: Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das  luzes, em quem não há mudança nem  sombra nem variação (Tiago 1:17).

 

Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não  sois consumidos (Malaquias 3:6).

 

Se somos  infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo (II Timóteo 2:13).

 

Deus não é  homem,  para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa.  Porventura diria ele, e não o faria? Ou  falaria, e não o confirmaria? (Números 23:19).

 

Eles perecerão, mas tu permanecerás; e todos eles, como roupa, envelhecerão; e como um manto

os enrolarás, e como um vestido se mudarão, porém tu és o mesmo, e os teus anos não acabarão (Hebreus 1:11-12).

 

Até vossa velhice eu serei o mesmo, até os cabelos brancos eu vos sustentareis; eu vos fiz e continuarei vos levando, eu vos sustentarei e vos salvarei (Isaías 46:4).

 

A Bíblia apresenta um só Deus com somente uma personalidade; é por essa razão que se faz chamar o Eu Sou, o Deus do eterno presente.

 

Deus não está “composto” por três pessoas em uma, tampouco  “distribuído” em três.

 

 

A Destra de Deus.doc (146,5 kB)

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